Não.
Não
foi um ano fácil e eu, talvez, já devesse estar acostumada, mas a vida
surpreende de formas insanas. Por tudo que foi difícil, me sinto grata, pq
superei e acabou por me fazer mais forte.
E
entendam, digo difícil, não positivo ou negativo, pq isso é tão relativo. Posso
analisar tudo que passei sob os dois aspectos genuinamente.
Minha
vida está virando adjetivo para: “vida com acontecimentos muito doidos
concomitantes de modo que não consegue respirar e tudo vai se atropelando tendo
que resolver tudo ao mesmo tempo e saúde mental vai pros caralhos”.
Tutupom?
Saí
do eixo e tive força pra voltar e por isso celebro. Como diria a poetisa
contemporânea, agradeço a mim por não ter desistido, pq motivo não faltou.
Mas
também teve tanto motivo pra seguir, tanto amor e cuidado e afeto e gratidão.
E
livramento.
Poderia
ser pior. Poderia não descobrir em exame de rotina. Poderia.
Pra
quem ainda não sabe, tirei um tumor do meu rim esquerdo em setembro. Estou bem,
quase de alta médica completa. Ela vem em janeiro - a alta. Mas o que importa é
que estou bem. Daqui há 5 anos, vou dizer que passou...rs
Mas
meu ano foi bem mais do que isso...e assim, mais motivos para manter positiva.
Sempre
brincamos em família falando que papai já pode dizer que somos ricos que já
aprendemos a ser humildes e valorizar dinheiro. Mas quem sabe eu ainda não
tenha aprendido a valorizar o mais importante...o que? Não sei, ainda to
tentando entender, pq se for essa ser forte e resiliente...poxa vida!
E
além disso, final de ano, estou repensando e re-olhando tudo, tentando me
manter otimista e positiva. Então, vou ouvir uma pessoa que amo e importa pra
mim, que nem me aconselhou, mas disse que fazer planos a ajuda a ter esperança
e faz sentido, né?
2025,
querido, seja bom!
Feliz
ano novo, amigos!


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